Miss De-Lovely ou Mirella Fonzar, fique à vontade!


Leonina, ascendente em virgem e lua em câncer. No que poderia dar essa mistura toda? Bom, talvez numa jornalista apaixonada por arte (música, cinema, literatura, teatro, e por aí vai)! Para quem acredita em astrologia, provavelmente minha dramaticidade venha do signo de leão. O vício pelo trabalho bem feito é, de fato, coisa de virginiano, sem contar com o melodrama canceriano.

Desde que me conheço por gente gosto das coisas do meu jeito. Aos 4 anos de idade minha mãe me colocou numa escolinha de Balé. Aos 8 fui fazer natação. Nada disso me apetecia. Não gostava do colan, da pose magricela de bailarina, muito menos de água. A obrigação sempre me irritou. Quanto mais solto, e mais criativo, melhor.

Preferi o outro lado da moeda. Comecei aulas de desenho e pintura aos 9 anos. Com 13, entrei para o grupo de teatro da escola. Aos 15, criei o primeiro jornalzinho (alternativo, é claro) do colégio onde estudava. Aos 17, enfiei na cabeça que iria fazer intercâmbio. E fui. Consegui uma bolsa e passei um ano nos Estados Unidos (morando com cinco famílias diferentes!).

Dei aulas de inglês, já quis realmente ser professora. Desisti. Preferi a loucura do jornalismo. Fiz clipping, assessoria de imprensa, endomarketing, relatório de sustentabilidade, revista, internet, rádio, tv… Nesses 10 anos de profissão, fui estagiária, assessora, repórter, editora, chefe, empreendedora. Servi café, atendi telefone, cortei jornal, colei etiquetas. Viajei, entrevistei (meus maiores ídolos), editei, escrevi. E continuo escrevendo.

Adoro meu trabalho, sou fundadora - junto com a Daise Alves - do Universo Retrô (o melhor site de cultura vintade do mundo, sem exageros!) e da agência de marketing digital Casa de Criatividade. Sou feliz em poder trabalhar do conforto do meu lar e conviver com conteúdo inteligente e feliz - sem desgraça pelo-amor-de-deus. Apesar de confessar a minha atração pela política, sinceramente, não sei se conseguiria conviver com a triste realidade brasileira.

Acredito que possamos mudar o mundo através do amor, das artes e das coisas belas e inspiradoras! Por isso preferi o jornalismo cultural e baseio toda a minha experiência profissional e pessoal nisso. Música é tudo na minha vida, ou pelo menos 70% dela. Provavelmente se não tivesse conhecido Billie Holiday, Johnny Cash ou Vinicius de Moraes, o enredo de minha história seria outro.

Gosto de Jazz, Soul, Rockabilly, Bossa Nova, Funk, Rock ‘n Roll, Blues, Chorinho, Ópera, Doo Wop... e tudo que tenha paixão no meio! Aqui não tem espaço pra preconceitos. Bom, acho que falei demais já… Divirta-se com o blog!

Beijinhos!